Translate

terça-feira, 22 de maio de 2018

Bizarre 'Alien' Asteroid Discovered Orbiting the Wrong Way Near Jupiter

Near earth asteroid 2018 GE3 flyby

near-Earth Asteroid 2018 CB extremely close encounter: a movie (9 Feb. 2...

NASA Confirms Asteroid 2018 CB Will Almost Hit Earth Tonight

O Grande Monstro

Imagem relacionada
O Grande Monstro: o asteróide "2015 BZ 509" ou grande invasor do nosso sistema solar que, de origem extrassolar, está «aninhado» na órbita de Júpiter (em órbita retrógrada) que faz de si o pior dos Adamastores sobre a perigosidade que injecta em rota de colisão; neste caso, com o planeta Terra.

A grande questão que se reflecte agora na comunidade científica, é saber como ou porquê, a razão pela qual o asteróide aí se fixou (no sistema solar) em vez de o atravessar e seguir a sua trajectória normal. Acaso este fenómeno se adense, se repita e mesmo se vulgarize, estaremos seguros pelo que a NASA nos augura de nenhum nos determinar o nosso planetário fim?!

"Bem-Aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o Tempo está próximo." (Apocalipse 1.3, da Bíblia Sagrada)

Segundo o que se refere na Bíblia Sagrada na passagem sobre o Apocalipse, estamos todos aleatória e irremediavelmente crucificados à priori numa inextinguível calamidade - ou demanda suprema - que ditará o Fim dos Tempos. Nada disto é novidade.

Mas quando por intervenção e divulgação dos cientistas sabemos enfim que grandes perigos se aproximam do nosso planeta Terra sem que haja tecnologia apropriada para os afastar ou mesmo eliminar, então as nossas preces talvez não sejam de todo insensatas (derivadas ou não da crença ou do dogma que se pratique).

Todos temos o dever de estar atentos - por direito próprio de civilidade mas também de sensibilidade - por mais agnósticos que sejamos, por mais distraídos ou até evasivos que estejamos desta realidade ou sobre se «Estes Monstros do Cosmos», nos irão ou não erradicar do nosso chão e da nossa terra sem contemplação...

O que não dominamos, receamos. O que não compreendemos, reverte-nos para a incessante e por vezes dura batalha de o tentar esmiuçar, de o tentar decompor e analisar ao pormenor, buscando uma brecha de conhecimento que nos faça encontrar a ponta da meada perdida dessa inteligível sequência, ou dessa ainda não-sanada solução para os nossos medos, para os nossos maiores pesadelos.

A não haver a tecnologia necessária e, eficaz, para abater tão poderoso monstro, estaremos nas mãos deste e de outros iguais fenómenos cósmicos que, hipoteticamente, extinguirão a Humanidade e toda a vida na Terra.

Pior que isso, só mesmo a noção indefectível de, estarmos todos à mercê de algo que nos é superior e impressionantemente alvo de grande terror, e sobre todo um planeta, sem rejeição ou anulação de um atroz destino assaz comprometedor para com toda a Humanidade.

A suceder algo de grandes proporções e de factual extermínio planetário por parte de um asteróide assassino, talvez seja melhor começarmos a encomendar já as nossas almas a Deus; porque em salvamento ou sobrevivência, é bem possível que o não tenhamos merecido ou comprazido do que existe para lá do nosso mundo.  E isto, sob outros mundos que igualmente estas situações vivem com a idêntica temeridade ou inferioridade tecnológicas semelhantes à nossa. Não o sabemos.

Um herói cósmico deseja-se então, pois que o Batman, o Homem-Aranha e outros tantos do imaginário infantil que existem (e mais recentemente todos aqueles portentosos seres excepcionais de poderes únicos, denominados super-humanos e afins das bandas desenhadas e dos filmes de acção ou ficção científica) dão-nos com toda a certeza a fiabilidade de acabarem com os invasores; sejam eles quais foram. Ou como forem. Aí estamos seguros!

A nossa pequenez científica não se traduz em mesquinhez, acredito. Como também acredito que hoje, à escala global, todos estarão atentos e preocupados - além de incisivamente empenhados na busca de soluções nessa contenda - devido à proliferação destes monstruosos eventos que percorrem as órbitas do Espaço.

Estamos por cá há muitos milhares de anos, é sabido. Sobre milénios, e sobre civilizações que se não perderam no tempo e quiçá agora (na era contemporânea) no espaço de um espaço que é também nosso por direito próprio. Temos de nos fazer singrar; continuar como civilização milenar mas também como seres inteligentes que somos, sendo mais intervenientes e conscientes sobre estes fenómenos.

Estudar, e ter a noção do perigo mas objectivamente também sabermos o que nos espera, é algo que todos temos o dever de entender e, interiorizar, caso todos os esforços sejam inglórios, inadequados ou mesmo impotentes/obsoletos para se fazer mudar de caminho ou de órbita espacial todos estes rochedos de morte.

Temos de estar preparados. Temos, pelo menos, de saber com o que contamos. E sentir que - Os Cientistas Não Mentem! - antes nos avisam para aquele ou aqueles «Grandes Golias ou Monstros» que aí vêm...

Imagem relacionada
O «2015 BZ 509», o agora estouvado asteróide que, ao contrário dos Planetas do Sistema Solar (e da maioria dos outros corpos celestes), transita na direcção oposta, na designada «órbita retrógrada» que pode explicar - cientificamente - a sua origem.

Segundo os autores de um estudo que foi divulgado na publicação «Monthly Notices» da Royal Astronomical Society, em 2018: «A proximidade das estrelas auxiliada pelas forças gravitacionais dos planetas, ajuda os sistemas solares a atraírem, a removerem e a capturarem asteróides uns dos outros.»

Extraviados ou somente focados por alguma razão?!
Explicando ou não a sua origem, este asteróide gigante de seu nome « 2015 BZ 509» já moveu o interesse por parte de toda a comunidade científica do nosso planeta, até porque, tal como outros, pode vir a ser-nos um quebra-cabeças à semelhança do que se verificou em Tunguska, na Sibéria (Rússia) no princípio do século XX (1908).

Este acontecimento ainda hoje é relatado como um dos mais terríveis sobre a Terra, resultando na destruição por completo de cerca de 2000 quilómetros quadrados de área de floresta siberiana, numa demoníaca força energética de 185 vezes mais poder do que o havido sobre Hiroshima aquando a bomba atómica lançada pelos Estados Unidos sobre o Japão em 6 de Agosto de 1945.

Outros mais recentes e iguais fenómenos também têm sido alvo de grande preocupação, como a ocorrência do impacto gerado pelo meteorito de milhares de toneladas, em 2013, na Rússia, e sobre os Montes Urais.

Mais exactamente «O Meteoro de Cheliabinsk» ou KEF 2013 - um meteoróide que adentrou a atmosfera sobre a Rússia, em 15 de Fevereiro de 2013, transformando-se numa bola de fogo que cruzou os céus no sul da região referida.

E tudo isso, num brutal impacto igual ao de várias bombas atómicas, sobre um fenómeno que causou pânico a apreensão, além dos 1200 feridos que provocou sobre a onda de choque sentida; e que, para mal de todos os nossos pecados, cobriria a Terra posteriormente de uma opaca nuvem de poeira por três longos meses...

Em relação ao agora citado asteróide «2015 BZ 509», e segundo nos divulga a agência Lusa neste presente mês de Maio (mais propriamente a 21 de Maio de 2018), os cientistas estão optimistas, mas, na perspectiva de se conhecer melhor o que o levou este a fixar-se no Sistema Solar (em vez de o atravessar e seguir a sua trajectória normal).

Assim como, o que ele lhes poderá fornecer de novas pistas sobre a Formação de Planetas, a evolução do próprio Sistema Solar e, miraculosamente ainda, a possível Origem da Vida. Que assim seja então.

Imagem relacionada
Ilustração do que inicialmente se pensou ser um asteróide mas, na realidade, se tratou de mais um visitante interestelar do cosmos de seu estranho nome «Oumuamua» (que também se alvitrou poder ser um cometa disfarçado) que passou furtivamente pelo nosso sistema solar - vindo de fora deste - tendo sido detectado em Janeiro de 2017.

Os astrónomos alegaram entretanto poder-se ter tratado de um objecto celeste feito de gelo, mas disfarçado com uma crosta protectora. Na revista científica Nature Astronomy de 18 de Dezembro de 2017, anotou-se a publicação referente a este tema e a este corpo celeste, agora desmistificado por quem considerou estar perante «Um dos maiores mistérios dos últimos tempos»...

Mas falemos agora do asteróide 2018 CB, um corpo celeste de considerada dimensão - entre 15 e 40 metros - que alertou os cientistas apenas uns dias antes no que perspectivaram este agente cósmico poder vir a esventrar a Terra ou na nossa atmosfera terrestre por volta do dia 9 de Fevereiro de 2018.

Embora referido como «pequeno», este asteróide evidenciou-se maior do que o registado em 2013, em Cheliabinsk, na Rússia. (Foi observado depois na Terra, através dos telescópios por gentileza disponíveis no «Tenagra Observatories», no Arizona, nos Estados Unidos). Antes e depois outros maiores ou menores monstros/asteróides por aqui passaram sem que a NASA os tivesse detectado ou nos tivesse alertado para tal...

Resultado de imagem para asteróide 2018 GE3
Asteróide 2018 GE3 (de comprimento inferior a 100 metros), na expressiva referência digital sobre a distância deste asteróide em relação ao planeta Terra e também em relação ao Sol. Um asteróide que passou por nós, na Terra, em meados  de Fevereiro; mais exactamente em 9 de Fevereiro de 2018. Contudo, e apesar de ser de relativa dimensão para os cientistas, para nós, os mais leigos na matéria, suspira-se de alívio por ele já ter passado...

Outros «Monstros»...
Um outro asteróide com o tamanho de um campo de futebol (imagine-se a monstruosidade do corpo celeste em relação à nossa pequenez humana...) passou resvés à Terra por meados de Abril de 2018. Ou seja, mais um que lhes escapou à socapa, ou nos interstícios dos muitos afazeres científicos, pelo que só o detectaram (ou o viram chegar) a 21 horas da aproximação à Terra. Andam muito distraídos...

O Asteróide 2018 GE3: um asteróide muito grande para a escala humana mas muito reduzido à escala espacial, segundo nos disse a fonte, a NASA. Pequeno e escuro e movendo-se muito depressa, este asteróide/corpo celeste não ultrapassava os 100 metros de comprimento - ou 3/4 daqueles que se consideram já de grande dimensão, sendo alvo de uma maior atenção por parte dos especialistas.

À semelhança do que já acontecera com o Asteróide 2018 CB, este foi observado a partir do Estado do Arizona, segundo o referiu a agência espacial norte-americana - NASA - que segundo a sua análise, admitiu terem-no conhecido a menos de um dia dele ter feito a aproximação à Terra; ou seja, deste corpo celeste se ter aproximado do nosso planeta a uma velocidade de 106 quilómetros por hora.

Como não possuía dimensões alarmantes não foi motivo de grande preocupação, uma vez que O Programa de Monitorização da NASA só releva de facto os que são maiores, ou eventualmente os que possam ultrapassar os 140 metros de comprimento.

Passou-nos então mesmo ao lado - a metade da distância entre a Terra e a Lua - numa ocorrência que em ninguém suscitou a impaciência ou até a incoerência de, por tal acontecimento, poder ter perdido a Super Bowl Americana, a Final da Champions Europeia, ou o Festival da Eurovisão (ainda que nenhum deles se tenha realizado nesta data). Mas havendo essa possibilidade no futuro, se reverteria de igual alheamento sem urgência ou conhecimento, tal a ignorância ou irrelevância dada em relação ao mesmo (ou sobre esse fenómeno), do que se passaria sobre as nossas cabeças...

Em 18 de Abril de 2018 a notícia deflagrou em todos os média (de forma mais implosiva que explosiva perante a estupefacção geral das populações), pelo que, a algo de terrível ter sucedido ninguém o saberia - a não ser de quando o fenómeno em si já tivesse explodido e feito a torrencial e sempre trágica notícia mundial de se estar perante um dos maiores cataclismos planetários; isto é, se tempo e comunicações houvessem para tal se espalhar por voz dos média à escala global...

Imagem relacionada
Anunciar ou não anunciar a vinda de um Asteróide eis a questão. De facto, não se pode demonizar a NASA (muito longe disso!) no que todos lhe devemos em cumprimento e abnegação espaciais. Pessoalmente, reitero que a NASA (à semelhança da ESA entre outras) tem feito sempre um papel excepcional no que se relaciona com estes fenómenos ditos naturais. Mas, humanamente, poderá ser compreensível que nos questionemos:

E se a NASA não o souber a tempo??? Se não tiver forma de nos avisar? Se não puder ou não querer fazê-lo...?! E fazendo, isso importaria? Poderíamos acreditar ir sobreviver ante tamanho demónio ou monstro rochoso de tão possante energia???

E tantas questões que possuímos em nós: Teremos tempo para algo que não seja fugir para lado nenhum ou abraçar os entes queridos e rezar, ou somente pedir aos deuses que nos ajudem?! Acreditar que somos peças fundamentais da Humanidade, essenciais e escolhidas ou até seleccionadas por alguém dos céus??? Não o sabemos.

Contudo, continuamos a acreditar que um «Salvador» nos venha auxiliar nesta demanda de sermos sempre salvos à última hora... seja lá por quem for, como for, ou porque razão esse salvamento se faça, desde que sobrevivamos à magnificência destes monstros. E sim, só isso importa! (Pouco altruista eu sei, mas a condição humana perante a catástrofe global assim se comporta, num fugir de pernas para que te quero, mesmo que elas nos não levem a lugar algum em salvação latente.)

Distracções que o não são!
A NASA não se distrai. Nunca! Não tenhamos disso dúvida. Esta eminente Agência Espacial dos Estados Unidos e que dá pelo nome de NASA - que tem nome na praça há sobejamente tempo para que isso questionemos - advoga que, todo o comportamento de investigação, observação, empenho e mesmo cumprimento que tem no dever de identificar estes fenómenos e divulgá-los (além de muitas vezes explicá-los) à opinião pública, é gerido sob uma base puramente científica.

E, por outras vezes em que não o faz, se deve à normativa gerida de se não criar pânico infundado ou medo generalizado sem fundamentação científica e prática sobre as populações, no que todos os envolvidos e intervenientes desta e de outras agências espaciais (em permanente interacção e comunicação entre todas elas) se faz, sem que haja uma ruptura de valores ou regras a desvalorizar.

(Mais do que ninguém, a NASA, intervém aquando a situação urge e, os seus cientistas, se reportam nesse sentido. Acredita-se que sim.)

Resultado de imagem para asteróide extrassolar, nasa
(NASA: 25 de Dezembro de 2010) O Phaeton 3200: um asteróide gigante (para o cidadão comum, que se assusta até com um de menores dimensões ou que meça apenas um ou dois metros, digo eu) de 5 quilómetros de diâmetro e que passou a 10 milhões de distância da Terra - segundo a NASA - em 16 de Dezembro de 2017. Estaremos a ser invadidos por estes fenómenos, pergunta-se então? Não, responder-nos-à a NASA, pelo que se verificam amiudada e comummente sobre os nossos céus. Temos de nos habituar - ou não, se algum entretanto acabar por nos fazer mossa...

O Majestoso Phaeton
Descoberto em 1983, este asteróide que nos deu a pretensão que o achássemos gigante, não o era de todo, segundo os criteriosos dados científicos dos especialistas. O Phaeton que, tal como Rei-Mago que se faz apresentar em quase vésperas de Natal (ou daquela tão agradável e festiva época natalícia de muitos de nós) se fez mostrar como corpo celeste mediano, medindo «apenas» 26 vezes a distância da Terra para a Lua. Apenas isso...

Depois de passar o perigo, já o podemos dizer: O Phaeton, em escala numérica e de consideração perigosa segundo os parâmetros científicos da NASA, reverte-se numa bonita posição (para ele e não para nós, terrestres) de um honroso terceiro lugar; ou seja, está considerado como o terceiro mais perigoso ou «Asteróide Possivelmente Danoso», segundo a NASA.

Em segundo lugar vem o famoso Cuno, com 5,6 quilómetros, e o JM8 (que está no primeiro lugar do pódium) com 7 quilómetros de extensão. Felizmente nem demos por eles, nós, cidadãos comuns. Já a NASA deve ter perdido umas belas horas de sono quanto a estes «meninos»...

A passagem do Phaeton 3200 pela órbita da Terra foi então observada e, presenciada, apenas em alguns locais específicos, tais como: Nos Observatórios de Arecibo - em Porto Rico e Goldstone, na Califórnia (EUA).

Haverá uma aparição visível do Phaeton por volta do ano de 2050, no que ele se fará retornar por meados de 2093 (que só a nossa geração seguinte poderá observar, na maioria dos casos), passando a apenas 1,9 milhões de quilómetros da Terra, mas sem causar danos ou apresentar riscos consideráveis, segundo os cientistas.

Resultado de imagem para asteróide 2018 GE3
O Asteróide 2018 GE3 (Imagem surpreendente captada por Michael Jäger em 14 de Abril de 2018). Esta magnífica imagem reporta-nos na máxima exactidão a beleza - mas também respeito - que estes corpos celestes nos reflectem em todo o seu poder; orbital e não só.  Muitos ficaram de olhos pregados no céu - Astrónomos e outros mais - de entre eles, Andrew Rader, um engenheiro da Space X que foi para o Twitter partilhar uma colagem de fotografias feitas por Michael Jäger, mostrando a aproximação do asteróide à Terra. Algo que o cientista avisou peremptoriamente nesse Abril de 2018:

"Uma aproximação que pode ter sido mesmo perigosa para a Terra! Bastava que a órbita do asteróide o pusesse mais próximo do planeta, para destruir facilmente uma cidade."

De cerca de 50 a 100 metros de diâmetro (o mesmo em que se redigiu possuir uma dimensão igual a um campo de futebol, mas ainda assim muito reduzido para a escala espacial, segundo os cientistas da NASA), este asteróide foi observado a apenas 21 horas antes do evento. Se não tivesse sido amistoso com a Terra - e não seguido o seu percurso orbital normal por volta de 16 de Abril de 2018 - estaríamos agora a penar indiscutivelmente, ou a levitar sobre outra dimensão do mundo dos mortos...

A «Vida» dos Asteróides
A NASA é taxativa: os asteróides comportam alguns riscos, é certo. Mas, em particular, quando se aproximam em demasia da nossa atmosfera terrestre em dinâmica volumosa de energia, velocidade e a possível colisão com o nosso planeta; esta, uma verdade de La Palisse, como se sabe.

Sabe-se também que - Os Asteróides - foram em geral afectados pela atracção gravitacional do Sol e dos planetas, sendo eles enviados depois para órbitas inclinadas e alongadas. Colidiram uns com os outros, de modo que a fragmentação prosseguiu. Sabe-se assim que esta destruição é como que um processo contínuo - e a ocorrer actualmente - embora por vezes de forma não tão intensa como nos primórdios do Universo.

Júpiter, acrescenta-se, exercendo desde sempre uma poderosa influência gravitacional, foi também sempre impedindo o crescimento de um qualquer planeta que tivesse havido a «ousadia» de se tornar importante; ou seja, Júpiter foi o factor impeditivo para que algo nesse sentido sucedesse, onde se situa hoje a cintura principal de asteróides.

Os Seus Efeitos Gravitacionais terão então enviado algumas partículas de encontro aos planetas (colidindo com estes e formando crateras) e outras completamente para o exterior do Sistema Solar. Essas partículas mais pequenas, com trajectórias que atravessam a órbita da Terra, chamam-se Meteoróides, como é do domínio científico.

Daí que, a NASA, esteja actualmente a estudar este já citado planeta Júpiter - localizado a cerca de 668 milhões de quilómetros de distância da Terra - que terá o asteróide 2015 BZ 509 em órbita, desde que foi sugado para o Sistema Solar nos primeiros momentos após o tão famoso Big Bang, podendo inclusive ajudar os cientistas a perceber a Origem de Vida na Terra.

Resultado de imagem para asteróide extrassolar, nasa
Asteróide Assassino: um dos maiores monstros de que há memória científica: o asteróide que presumivelmente acabou com a espécie dos Dinossauros há 65/66 milhões de anos, mesmo que outros teorizem eles já cá não estarem com vida sobre o planeta Terra devido a possíveis outros factores ambientais ou de pandemia como se sabe generalizada à escala global (no que abrangeu o período do Pérmico ou Triássico).

Seja como for, esse asteróide embateu na Terra com uma energia equivalente a 10 mil milhões de bombas de Hiroshima. Inimaginável o sofrimento planetário e as suas espécies vigentes à época - no Cretácico. Uma calamidade que enegreceu a atmosfera e a complementou numa imensa e terrível escuridão de dois penosos anos de temperaturas altíssimas e chuvas ácidas e posteriormente um frio glaciar.

Uma Nova Era da Escuridão???
Um inferno, na Terra. Assim se poderia ter descrito esse período que, possivelmente, é um dos mais literalmente negros na História do nosso planeta Terra. E que, os cientistas, vêm hoje acobertar (e outros alertar!) cientificamente, ter-se tratado da inevitável consequência dos gigantescos incêndios após a deflagração do asteróide no nosso mártir planeta, povoado ou não pelos enormes e não menos gigantes Dinossauros.

Segundo um estudo liderado pelo Centro Nacional de Pesquisa do Clima dos Estados Unidos (CNAR) - com o apoio da NASA e da Universidade do Colorado, em Boulder (EUA) estudo esse divulgado em Agosto de 2017 - as drásticas mudanças no clima terrestre após o Impacto do Meteoro (de cerca de 10 quilómetros de diâmetro), verificaram-se após as ondas de choque registadas que realizaram sobre o planeta Enormes Quantidades de Chamas e Cinzas.

No que, subsequentemente, a Fotossíntese foi interrompida devido a estas terem obscurecido a luz do Sol. Durante quase dois anos nada se vislumbrou então, pelo que a Fotossíntese (interrompida cerca de ano e meio) fez o planeta sofrer um drástico resfriamento ou posterior adensamento glaciar, no Cretáceo.

Os Paleontólogos/Paleobiólogos tentam chegar hoje a mais concretas conclusões no que levou a que tantas espécies tivessem perecido, sobre a terra ou sobre o mar, nos oceanos.

Na Transição do Cretáceo ou Cretácico para o Paleocénico ou Paleogeno, as evidências mostram que essa grande extinção sucedeu quando um grande meteoro se abateu sobre a Península do Iacatão ou Yucatán. O que veio depois foi uma calamidade só mas de consequências terríveis: Terramotos, Tsunamis, Erupções Vulcânicas e a enorme concentração de gases tóxicos na atmosfera.

A Força do Impacto do Asteróide terá lançado primeiro as rochas vaporizadas muito acima da superfície terrestre, condensando-se depois em pequenas partículas (esférulas), que ao voltarem a cair na Terra se reaqueceram pela fricção, provocando assim gigantes incêndios, abrasando também a superfície terrestre já de si tão martirizada.

Se havia Dinossauros, eles não tiveram a mínima chance de sobrevivência, tal o horror vivido sobre o planeta. Hoje, não seria muito diferente.

Imagem relacionada
Um Planeta a agonizar, a morrer. No Cretáceo foi assim. Como seria hoje??? Nada nos prepara para tão gigante cataclismo planetário que, por razões externas ao nosso conhecimento e à nossa maturidade humanas, ainda não contemos (na total informação) nem detemos em invasão máxima sobre o nosso espaço.

Ontem foram os Dinossauros; hoje, seremos nós, civilização humana e todas as outras formas de vida na Terra a viver semelhante incidente provocado por um qualquer asteróide invasor e, matador, de tudo em redor?! Penso que não queremos ouvir a resposta, muitos de nós, talvez porque a conheçamos bem, bem demais...

«Um homem está sentado na varanda da frente de um posto comercial, em Vanavara, na Sibéria. Mal sabe ele que, alguns momentos depois, será arremessado da cadeira e o calor será tão intenso que sentirá como se a sua camisa estivesse em chamas. Foi assim que o evento de Tunguska, na Sibéria, se sentiu a 64 quilómetros do marco-zero; isto é, do sítio onde o asteróide efectivamente caiu." (Relato de Andrew Rader, o engenheiro da Space X que está muito alerta para estas questões)

As Conclusões do CNAR
Charles Bardeen, o cientista e director do estudo do CNAR que visou estudar as consequências a longo prazo da grande quantidade de cinzas produzidas, explica-nos então do que as simulações apontaram como as possíveis causas e consequências dessa tragédia planetária:

"As Finas Cinzas aquecidas pelo Sol ascenderam à Atmosfera até formarem uma barreira que bloqueou  a grande maioria da luz solar que chegava à superfície terrestre."

Registou-se também no estudo que, enquanto o Céu recuperava paulatinamente a sua luminosidade, as plantas não conseguiram realizar realizar o seu processo de fotossíntese (durante cerca de um ano e meio, segundo as simulações feitas por computador num sistema de computação utilizado para o efeito, no que se recriou o panorama detalhado de como teria ficado a Terra no final do Cretáceo).

A Perda da Luz Solar provocou uma grande queda nas temperaturas médias - com uma abrupta queda registada em cerca de 29 graus Celsius na terra e 11 nos oceanos; ou seja, um verdadeiro descalabro térmico que terá inevitavelmente feito perder muitas espécies vigentes, animais e vegetais.

A Temperatura da Estratosfera aumentou então consideravelmente, no que se pressupõe, devido ao factor da cinza em suspensão - que absorvia a luz directa do Sol - o que veio a provocar a destruição radical da Camada de Ozono, acelerada também por outros processos químicos.

Dissipadas as cinzas, começaram a chegar à superfície terrestre maciças e nocivas quantidades de luz ultravioleta que, como se sabe, é de facto prejudicial para o ser vivente, seja ele qual for.

Finalizando, após tão cáustica epopeia levada a cabo por todas estas infelizes criaturas - ou espécies que na época e na Terra terão assistido ao mais cruel e vaticinado destino de um outro deus que não foi justo ou benigno o suficiente para tal anular - só me resta concertar que, a sermos «presenteados» com algo semelhantes (a breve ou curto prazo na Terra), haja Deus ou qualquer outra força superior que nos não deixe dizimar, tal Dinossauros ou outras espécies.

Imagem relacionada
Uma das muitas e maravilhosas imagens captadas e tiradas pela ISS (estação espacial internacional) que tão fantasticamente alude a uma sensação de que o Homem se reveste, não como ser superior ou inferior, apenas como um ser que está de bem com a sua atitude comportamental espacial.

É tudo harmonia, é tudo paz em redor, cortado pelos focos de luz do ser humano sobre o planeta ou essa outra luz que dele emana sem que haja outro poder assim que tudo comanda. Se um asteróide for o nosso executor, como saberemos quem o mandou, quem o legitimou ou encaminhou para nós? E com que fim? E com que autoridade? Porque terá de tudo ter um fim???

Somos Vigilantes mas Impreparados!
Nada nos prepara para esse caos na Terra. Nada! Nenhum de nós conviveria bem com essa suposta e futura realidade, por muito que sejam os cientistas os primeiros a saberem do que se trata ou, a executar determinados e racionais actos sobre o mesmo (no que todos possuem família e penso não agirem de forma diferente ao resto da comunidade mundial ao fugirem em autêntico pavor e horror de se verem esturricar ou volatilizar). Isto, caso se venha a perpetrar na Terra algo semelhante ao que exterminou os Dinossauros ou outras espécies do Cretáceo.

Nem mesmo o acreditar piedosa e talvez ingenuamente que, salvaremos os nossos mais queridos, a nossa família e até a nossa própria integridade física num espectro que terá tanto de Inferno como de, absolutamente inenarrável, no abocanhar de Todos os Demónios, de Todos os Monstros - asteróides ou outro qualquer e idêntico fenómeno dito natural que na Terra se venha implementar.

Que tudo não passe então de meras ilações ou áridas conspirações do Universo - ou de algo incognoscível para a nossa compreensão humana mas de bom trato e saudável resolução -  do que efectiva e universalmente também desejamos, convictamente, na aferição e contemplação de termos de nos fazer sobreviver; pois que a Humanidade tem de ser uma só, sem barreiras ou fronteiras de medo, sujeição ou retracção, por tudo aquilo que nos vem da natureza cósmica.

Até porque, ainda o não conseguimos debelar. E conseguindo-o (através da tecnologia suprema dos nossos vizinhos interestelares) «eles» o queiram bafejar em nós, ou iremos ser, em breve ou nos tempos mais próximos, o restolho da cinza da terra e do mar que por nós não ficou nem vestígios deixou para que alguém nos pudesse vir a conhecer e até a amar.

(Oxalá as órbitas de asteróides e afins saibam o tanto que a Terra tem para dar ou, por viver, renascer e recuperar, pois que 65 ou 66 milhões de anos não são nada, nada mesmo, em face ao tanto que ainda há por amortizar e até lamentar desses tempos...).

Oxalá então nenhum Asteróide nos venha incomodar; a NASA está vigilante entretanto, sabemo-lo. E nós, seres humanos, orando para que tal não suceda, uma outra vigília haveremos de impulsionar, se não pela avançada tecnologia do futuro, por um auxílio que também dos céus nos possa alcançar em nosso acordo e benefício, candura e prestação, boa-ventura e certa condecoração.

Talvez baste pedir com jeitinho... ou aguardar de mansinho, não se vão «eles» assustar... Pois que poderão ter igualmente em seu redor «Outros Monstros» por calibrar...