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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A Origem do Homem




Homem das Cavernas (Neanderthal)

Subsistirá ainda a tese de «génese africana» na origem remota dos nossos antepassados? Quem terá «elaborado» a genética surpreendentemente evolutiva do Homem...? Que pretensões houve, para que do homem de Neanderthal, se transpusesse e, em certa medida redimensionasse - em evolução e ascendência - o Homo sapiens sapiens, até ao Homem de hoje? Terá sido um mero e natural processo milenar (na adaptabilidade dos tempos) ou, mais criteriosamente, passado pelo crivo extraterrestre e, de origem cósmica? Zecharia Sitchin defendeu-o, mas haverá essa mesma certeza ou tudo não passará de uma outra tese de que a Humanidade se fez a si própria? Terão os «Anunnaki», sido os nossos progenitores estelares...? Ou outros, que não se fazendo denominar, se documentam igualmente em toda a nossa génese e origem humanas???

O Homem de há...2.800.000 Anos!
(Teorias contrariadas por descobertas recentes, nas últimas décadas. na África do Sul)
Nos anos 70, verificaram-se em África duas descobertas que perturbaram o mundo da Antropologia, pois contrariavam as teorias vigentes - e há longo tempo estabelecidas - sobre a origem e, evolução, da Raça Humana. Que agora se designa mais correctamente de, Espécie!
Uma, foi a descoberta, no Quénia, de um crânio e ossadas humanas sob sedimentos datados de há cerca de 2.800.000. A segunda, foi a constatação de que uma caverna da África Meridional, fora habitada pelo Homo sapiens sapiens - possivelmente 100.000 anos a. C.
De acordo com a teoria evolutiva anteriormente vigente, o primeiro Primata que podia ter sido considerado Homem - o Homo erectus - surgiu apenas há cerca de 1 milhão de anos. No entanto, os ossos desenterrados do sedimentos da bacia de East Rudolph, no Quénia, tinham mais do dobro dessa idade e, revelavam um desenvolvimento consideravelmente superior, aos dos desse presumível antepassado do...Homem!
Segundo os textos de Biologia, provavelmente os únicos seres humanos que existiam há 100.000 anos eram homens de Neanderthal, de testa proeminente e pernas arqueadas. Não obstante, os restos desenterrados na Caverna da Fronteira, na África Meridional, pertenciam indubitavelmente à espécie Homo sapiens sapiens, que se supõe não ter aparecido senão cerca de 35.000 a. C. - ou sejam, 65.000 anos mais tarde.

Arte Mineira
Igualmente desconcertantes foram os objectos encontrados junto dos fósseis. Indicavam que o Homem desenvolvera a sua inteligência e, iniciara um processo de civilização muitos milhares de anos mais cedo do que se pensava.
Os habitantes da Caverna da Fronteira já conheciam a Arte Mineira. Fabricaram uma série de instrumentos sofisticados, entre os quais facas de Ágata lindamente trabalhadas e, de lâminas suficientemente afiadas para cortar papel.
Possuíam também crenças religiosas e acreditavam na vida futura. O cadáver de uma criança revelava que, aquando do enterro, se procedera a um cerimonial. Esses homens falavam, obviamente, uma linguagem desenvolvida, pois não é possível transmitir ideias abstractas - como a Divindade e a Imortalidade - meramente através de roncos e...gestos.
Foi excelente o trabalho de pesquisa realizado por dois jovens especialistas sul-africanos (na época de 70) em Pé-História - Adrian Boshier e Peter Beaumont - que conduziu à descoberta da Caverna da Fronteira. Em Dezembro de 1970, os dois homens desenterraram, durante 50 dias, cerca de 300.000 objectos fabricados pelo Homem e, ossos carbonizados de animais - muitos dos quais, há muito extintos. O Carvão correspondente a um estrato superior de cinzas, mais recente onde aquele que aparecera o esqueleto da criança, excedia o limite de antiguidade do Radiocarbono em cerca de...50.000 anos! Imediatamente junto à base da rocha, foram encontrados instrumentos de pedra e uma camada de ocre, sugerindo que a caverna fora ocupada nos últimos 100.000 anos.

Leitos Sobreviventes
As condições ambientais da caverna obedeciam a todos os requisitos necessários à preservação desses restos ao longo dos tempos. Inclusivamente os ramos, folhas, ervas e penas - que haviam servido de leitos - mantinham-se ainda intactos!
 - "Praticamente tudo quanto encontrámos, excedia no triplo a idade que os livros indicavam como provável!" - observou então Boshier.
A descoberta de pontas de seta de pedra situa a invenção do arco há mais de 50.000 anos, enquanto o seu aparecimento na Europa fora anteriormente datado em 15.000 a. C.
Ossos cuidadosamente marcados com cortes, encontrados num estrato de há 35.000 anos, indicaram que já nessa época o Homem sabia contar!
A partir da descoberta dos crânios de 500.000 anos encontrados em Java, na Indonésia - assim como em Pequim, na China - muitos cientistas haviam-se convencido de que, o Homem, tivera origem na Ásia e se deslocara posteriormente para oeste. Pensava-se que o Continente Africano era deste modo totalmente estranho...a este esquema evolutivo.

Génese Africana
Apesar da descoberta do professor Raymond Dart, que em 1924 encontrara em África restos de um ser muito mais antigo - situado na cadeia evolutiva entre o Homem e o Macaco - a hipótese manteve-se incontestada, até finalmente ser destruída pelas numerosas descobertas realizadas pelos Antropólogos Ingleses, Louis e Mary Leakey, no desfiladeiro de Olduvai, na Tanzânia.
Em 1959, os Leakeys surpreenderam o Mundo com a fantástica descoberta de um crânio com quase 2 milhões de anos, que pertencera a uma espécie a qual apresentava afinidades com aquela - cujos restos Dart descobrira!
Em 1960, encontraram parte da caixa craniana e, do maxilar inferior de um pré-humano semelhante, juntamente com instrumentos de pedra lascada, que este indubitavelmente utilizara no fabrico de armas. Chamaram então a este ser: o «Homo habilis» (homem hábil).
Mais tarde, nesse mesmo ano, descobriram fragmentos de um ser mais avançado, o Homo erectus - o primeiro Homem que usou indefectivelmente...o Fogo! Pertencia à mesma espécie dos homens de Java e de Pequim, mas surgira mais de meio milhão de anos antes!
Hoje, é a África e não a Ásia, que se considera o local onde provavelmente surgiu a raça ou espécie humana. Talvez nos seja então possível, remontar na cadeia evolutiva do Homem até aos ossos de 2.800.000 anos, descobertos no Quénia - por Richard Leakey. Embora a caixa craniana do ser encontrado no Quénia seja menos que a do Homo sapiens, a sua forma é extraordinariamente semelhante à do crânio desta espécie.
Eventualmente, decorrerão ainda muitos anos antes que os especialistas em Pré-História, avaliem completamente o significado destas descobertas. Mas, as provas assim obtidas, parecem tornar evidente que, o Homem moderno, evoluiu numa época muito anterior ao que até então se pensava - tendo sido provavelmente numa gruta africana, que teve a sua génese (ou milagre?) do desenvolvimento do Homem. Ou nada disto, questionando-se agora e em pleno século XXI, essa sua origem de proveniência extra-planetária (estelar). Seja como for, ou tiver sido, o Homem passou por um processo evolutivo muito grande ao longo dos séculos. E isso, é inquestionável!

Porquê...Neanderthal?
Ao atravessar um extenso vale verdejante na zona industrial de Ruhr, na Alemanha Ocidental, qualquer motorista poderia esperar encontrar homens das cavernas, de arcadas supraciliares protuberantes, perseguindo Mamutes ou arrastando mulheres pelo cabelo, pois uma tabuleta rodoviária apresenta a seguinte indicação: «Neanderthal».
Foi então no vale de Neander que, em 1856, foram encontrados ossos do Homem de Neanderthal - um elo que faltava na cadeia evolutiva entre o homem e...o macaco, supunha-se na época.
Esses ossos foram desenterrados de uma pedreira por alguns trabalhadores que, pensando que pertenciam ao esqueleto de um urso, os ofereceram a um professor da Escola Secundária local, Johann Fuhlrott. Quando este começou a reconstituir o esqueleto, compreendeu então que, os ossos pertenciam a um ser que normalmente caminhava erecto e, que parecia consideravelmente mais avançado do que o gigantesco Gorila Africano, então recentemente descoberto.
Fuhlrott concluiu que, esse animal representava assim, um estádio intermédio entre os macacos e o Homem - vivendo entre 85.000 a 65.000 anos antes. Mas, por meados do século XIX, era então considerado blasfémia (quase heresia), sugerir que o Homem provinha do macaco. Estariam na época correctos disso...? Ou não? Segundo a Bíblia, interpretada literalmente, Adão e os animais tinham sido criados separadamente! Então por que razão se continuava a insistir nesta tese do Homem ter evoluído do macaco, quando este não evoluiu por sua vez e, na continuidade dos tempos?
Em 1859, o mundo da Ciência foi abalado quando Charles Darwin publicou então «A Origem das Espécies», defendendo o Evolucionismo e até certo ponto justificando a ideia de Fuhlrott do elo que faltava na cadeia evolutiva - sob um relatório que este já apresentara e no qual o seu principal oponente - Rudolf Virchow, médico e antropólogo - havia declarado que, os ossos de Neanderthal, embora de uma estrutura invulgarmente pesada, haviam pertencido a algum ser deformado pelo raquitismo. Virchow e os seus adeptos, que contrariavam esta tese do evolucionismo e se encontravam entre os milhares de cientistas de todo o mundo que assim pensavam foram por sua vez questionados sobre outras iguais descobertas em Gibraltar, França, Boémia e Morávia. A polémica instalou-se! Provou-se então que, todas estas descobertas, pertenciam ao último período interglaciário, que terminou há 65.000 anos.

Denisovans (ou Hominídeo de Denisova)
Na actualidade, novas teorias, novas teses sobre novas descobertas - agora muito mais pormenorizadas em ADN e autênticas relíquias nessa análise e investigação, no que se supõe, o Homem, ter estado envolvido! Há novamente que referir que, para além do Homo sapiens, ter-se-à descoberto uma outra vertente em contingente anómalo sobre uma anatomia e, genética, diferente...nos já denominados Denisovans (ou hominídeo de Denisova), que se reportam em amostragem genésica não correspondente ao seu anterior. Ou seja, existem já provas científicas de que, provavelmente, existiu uma outra espécie vigente na Terra de seres mais evoluídos ou de desenvolvimento cromossómico muito mais elaborado, no que perfaz a dúvida (ou alguma certeza) de estarmos perante um novo quadro das hipóteses na Origem do Homem. Mesmo que esta, nos seja completamente invasiva no espaço terrestre...por outros seres que tenham vindo de um outro (Espaço), em alegoria cósmica.
O exemplar encontrado - o Hominídeo de Denisova - (também designado como Mulher-X), foi identificado como uma nova espécie através de ADN, sendo anunciado este feito em Março de 2010, Os Cientistas pensam tratar-se de uma nova espécie que viveu há 1 milhão e 40.000 anos, em áreas de Neanderthal e...Homo sapiens!
Uma equipa de cientistas do Instituto Max Plack de Antropologia Evolutiva de Leipzig, na Alemanha, liderada por Svante Päabo, sequenciou ADN mitocondrial (mtDNA), extraído de um fragmento de osso, proveniente do dedo de uma criança na Caverna de Denisova - nos Montes Altai da Sibéria - num estrato datado de 30 a 50 mil anos, antes do presente. Na mesma camada, ter-se-à encontrado vários artefactos e, ferramentas.
A análise (de mtADN) indicaria então, a existência de um antepassado comum entre um hominídeo de Denisova, o Homo sapiens e o de Neanderthal, que poderá ter vivido há aproximadamente um milhão de anos! O ADN Mitocondrial indica assim que, este hominídeo, surgiu de uma migração a partir de África, mas esta distinta da que deu origem ao Homo sapiens e, ao de Neanderthal - e distante também do êxodo anterior do Homo erectus!

Outras Teorias na Actualidade
"Grandes Almas, sempre encontraram oposição nas mentes medíocres...!" - Célebre frase de Albert Einstein e que, se poderia perfeitamente registar em tão poderosas almas tais como a de... Zecharia Sitchin. Sem que nos esqueçamos de James Watson ou Francis Crick, os galardoados com o Prémio Nobel da Fisiologia e da Medicina e que, analisaram o modelo tridimensional da estrutura de uma molécula de ADN em 1953 e depois em 1973. Ou Francis Collins, o descobridor do Genoma Humano. Após tudo isso, foi ainda defendida uma tese, em 1981, que se baseava na teoria de que, seres Extraterrestres - Interestelares - espalharam genes pela nossa Galáxia, inseminando vida nos planetas mais favoráveis (ou propícios) a essa vida! Tudo indícios de uma outra verdade histórica, na que se revela agora mais concisa e, irrefutável, pactuada pelos exames laboratoriais efectuados ou testes genéticos que se vão fazendo - e permitindo - num maior conhecimento orgânico, molecular ou cromossómico a nível forense. A perspective é enorme!
Zecharia Sitchin: um mago que aventou uma louca teoria ou hipótese genética da origem do Homem...ou um homem sério, de muito estudo, muita investigação e muito empenho pessoal, que apenas queria mostrar ao mundo a verdade nunca dita...?
Especialista na História e Arqueologia do Oriente Médio e do Antigo Testamento, traduziu a Escrita Cuneiforme da Mesopotâmia e outras linguagens antigas, ocupando em vida, o cargo de Consultor da NASA. Uma hombridade que se não esquece...nem mesmo sobre aqueles que se lhe opuseram na teoria sempre por si defendida de, «Astronautas Antigos» (ou «deuses-Astronautas») na origem da Humanidade!
Acredita-se que tenham sido amigos (ou não) entre Zecharia Sitchin e Carl Sagan (ambos já falecidos), no que ambos defendiam em oposição latente e, diferenciada. Não se sabe. Enquanto voraz estudioso da Bíblia (Antigo Testamento), em seu idioma original - o Hebraico -  Sitchin chegando ao capítulo 6 do Gênesis em que se reporta a História do Dilúvio, exortaria em efusiva afirmação sua: "Havia Gigantes na Terra! E Eles se casaram com as filhas do Homem e...tiveram filhos delas!" Asseveraria também:
"A palavra bíblica é «Nifilim», que significa: "Aqueles que desceram!" (e não, obviamente, gigantes...como reporta a Bíblia) - anuiu então, mesmo perante a severidade e negação arrogante de uma sua professora, de quando era ainda um jovem estudante. Apesar de repreendido pela professora, em nada o desmotivou, a Zecharia Sitchin, no que então considerou um absurdo e, um erro crasso, o estar-se a confundir as coisas. Iniciou então uma persecutória (e supõe-se estimulante) busca, na investigação e estudo no que ele acreditava ser...uma outra verdade!
Zecharia Sitchin atribuiu assim a Criação da Antiga Cultura Suméria...aos «Anunnaki»! (ou Nefilim) - uma raça extraterrestre nativa de um planeta chamado Nibiru - que se encontraria nos confins do Sistema Solar. Afirmou que, a Mitologia Suméria, mostra essa evidência na tradução que efectivou dos textos antigos (em escrita cuneiforme) e sua interpretação da Física!
Sitchin revelaria ao mundo através da sua vasta obra publicada sobre a matéria de que, estes textos antigos, decifrados (ou descodificados) por si, falariam da Origem do Homem ser de proveniência estelar, ou seja, de índole extraterrestre; neste caso...dos Anunnaki!

Zecharia Sitchin (n. 1922), formou-se pela London School of Economics da Universidade de Londres, graduando-se em História Económica. Foi jornalista-editor em Israel, vivendo depois em Nova Iorque, nos EUA - onde editou todos os seus livros. São eles:
 1 - O 12º Planeta
 2 - A Escada para o Céu
 3 - O Livro Perdido de Enki
 4 - Guerra de Deuses e Homens
 5 - Os Reinos Perdidos
 6 - Gênesis Revisitada
 7 - When Time Began
 8 - Divine Encounters
 9 - The Cosmic Code
 10 - End of Days

Homenageado que está por tantos seguidores em redor do mundo (e fora dele...?), o certo é que, Sitchin, na sua encorpada teoria dos Astronautas Antigos, nos dá a maravilhosa tese de um dia termos sido «semeados, «regados» e de certa forma, enfeitiçados, por esta magia estelar que nestes últimos tempos temos vindo a elaborar e, rectificar - numa outra História Universal e da Humanidade!
Mesmo havendo polémica e certamente muitos debates sobre esta temática de toda a nossa verdadeira origem - de toda a Humanidade - haverá também que equacionar todas as sequenciais teorias, no que estudiosos e investigadores assim determinam. É do debate que nasce a Luz! É da questão...que nasce o pensamento que, como diria Descartes: "Penso...logo existo!"
Há que plantar vontades mas também conhecimentos ou ainda estaríamos em franca abordagem cavernosa - literalmente - de moca na mão e grunhidos sem nexo. O Homem foi sempre evoluindo mas penso que não do macaco. Essa tese não me convence nem penso ser digna de nós, Humanidade! Por todos os ensinamentos, evidências registadas, artefactos observados e demais situações documentadas, seja na Bíblia, seja nos textos antigos da Índia (Escrituras Védicas) - por onde Zecharia Sitchin fundamentaria igualmente as suas teorias da génese humana e suas origens - que penso existir algo mais (desde a Panspermia cósmica a toda a envolvente para além desta), que nos reporta a nós, Humanidade, ainda num véu muito denso e opaco sobre a nossa verdadeira origem. Bem-hajam então, os que não tendo receio de se exporem ao ridículo - ou ao mundano concílio e acintoso escrutínio - dos que, sendo autistas, se recusam a ter mentes abertas e, a reconhecer que há muito mais para lá do que se conhece ou dos diagnósticos há muito feitos sobre a nossa origem, se assumem no mundo com uma outra verdade: a da Origem Cósmica do Homem! Mesmo que, esta ainda nos pareça tão irreal quanto abstrusa...no mundo que (reconhecemos já), pertence, ou se inclui em outros mundos, desta ou de outras formas de vida! Não estamos sós! Nunca o estivemos porque, simplesmente, somos apenas uma pequena parte, partícula ou poeira molecular do extraordinário Universo (ou Universos) em que nos englobamos! E isso...é já uma inquestionável verdade! A única que a Humanidade tem o poder de saber...ainda!

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